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Aqui, não pode haver equívoco: a força vital. tem uma exis­tência certa, pois cada ser reproduz um ser semelhante, e não podemos dar vida a um composto inorgânico.

De resto, supondo que chegássemos, por exemplo, a fabricar um músculo sensível, de feição a produzir os mesmos fenômenos que um músculo natural, ele não poderia regenerar-se, como se dá incessantemen­te com o organismo vivo.

Logo, posto que opere e se entretenha por meio de leis naturais, o princípio vital distingue-se dessas leis.

Referências Bibliográficas:

Por Gabriel Delanne. A evolução anímica - Página 95