União das Sociedades Espíritas
Intermunicipal de Piracicaba

Pesquisa por Casas Espíritas Afiliadas

O Rei, a rosa e o verdadeiro amor

 



Jairo Capasso


Um Rei mandou construir um jardim perto do seu Palácio.
Depois de pronto, foi visitá-lo. Passando por um canteiro de
rosas sentiu intenso o seu perfume e ficou ali um bom tempo
a apreciá-lo. Depois sentou-se logo à frente.


Em seguida passou por ali um prisioneiro algemado que pediu
para parar por um momento, pois queria sentir um pouco mais o forte perfume daquelas rosas; logo passou também um menino
e um cachorro que ficaram por algum tempo perto das rosas
envolvidos pelo mesmo perfume.


O Rei, observando tudo aquilo, confidenciou ao seu conselheiro:
- a rosa deveria escolher para quem oferece o seu perfume.
Qualquer um que passa ao seu lado SENTE O MESMO QUE O REI!
Falou indignado e com o orgulho ferido. O Conselheiro inspirado
disse: - Majestade, o perfume da flor é igual ao Verdadeiro Amor,
que apenas ama, sem perguntar quem merece esse amor.

Quando
o perfume existe, todos o sentem.

Quando o Amor existe todos o
recebem, SE FOR O VERDADEIRO AMOR.

São como a luz do Sol,
beneficiando a tudo e a todos, sem nada exigir em troca.