União das Sociedades Espíritas
Intermunicipal de Piracicaba

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CIÊNCIA E RELIGIÃO - Em aliança, Ciência e Religião caminharão juntas...

 

  

 

Durante milênios ouviu-se dizer que Ciência e Religião eram
incompatíveis e que era perda de tempo discutir-se sobre elas.


No entanto, a Lei de Progresso atinge as criaturas e chega para
estilhaçar os envoltórios arcaicos que vimos carregando
século após século.


O Partidarismo deixa espaço para a liberdade de pensamento e
a educação das massas leva a Ciência e a Religião para um ponto comum.


A razão se aclara e o entendimento começa a se fazer sentir, porque uma
vem completar a outra.

A Religião que se firma na lógica e na razão e a Ciência sem o apego
materialista, começam a caminhar juntas encontrando-se nesta senda
infinita de progresso e de evolução.


O Espiritismo vem lançar luz a essa questão, quando explica as leis que
regem a vida no mundo espiritual e as suas relações com a vida material.


A Ciência começa a encontrar a presença de Deus nos astros que se
movem no Universo, no estudo do genoma humano nas cadeias do DNA,
na descoberta da cura de enfermidades dizimadoras, no avanço tecnológico,
na rapidez das comunicações e em toda a facilidade que o
mundo moderno utiliza.


Em aliança, Ciência e Religião caminharão juntas, promovendo a felicidade
da raça humana, transformando este em um mundo melhor, com homens
mais nobres e leis mais justas, onde a sabedoria, a saúde, a felicidade e
o amor haverão de reinar.


-Batuíra-

 

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Batuíra  (espírita)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

António Gonçalves da Silva, conhecido como Batuíra, (Águas Santas19 de março de 1839 — São Paulo 22 de janeiro de 1909), foi uma importante personalidade do espiritismo brasileiro.

Nascido em Portugal, numa aldeia próxima à cidade do Porto, emigrou com onze anos de idade para o Brasil, tendo vivido até aos quatorze no Rio de Janeiro, então capital do Império. Posteriormente, mudou-se para Campinas, no interior da então Província de São Paulo, onde trabalhou por alguns anos na agricultura.

O escritor Afonso Schmidt relata:

"Em 1873, por ocasião da terrível epidemia de varíola que assolou a capital da província, ele serviu de médico, de enfermeiro, de pai para flagelados, deu-lhes não apenas o remédio e os desvelos, mas também o pão, o teto e o agasalho. Daí a popularidade de sua figura. Era baixo, entroncado e usava longas barbas que lhe cobriam o peito amplo. Com o tempo, essa barba se fez branca e os amigos diziam que ele era tão bom, que se parecia com o imperador."

Convivendo com os acadêmicos de Direito da Faculdade do Largo de São Francisco, passou a se dedicar ao palco, tendo montado um modesto teatro à Rua Cruz Preta (posteriormente Rua Senador Quintino Bocaiúva). Quando entrava em cena, era sempre muito aplaudido pelos estudantes que  lhe dedicavam versos poéticos.