União das Sociedades Espíritas
Intermunicipal de Piracicaba

Pesquisa por Casas Espíritas Afiliadas

Os primeiros sinais da mediunidade

 
 
 
 
"Há anos atrás eu sonhava quase todos os dias com espíritos. Eu sentia muito medo e acordava assustada no meio da noite. Agora os sonhos melhoraram e muito, mas continuo sonhando com espíritos, mas com os bons. 
 

Sonhei que conversava com minha tia-avó e sonhei com minha vizinha que faleceu há uns 2 anos atras -- ela estava alegre e abraçada com seu marido que também já morreu. Minha avó faleceu ontem de madrugada, mas antes de falecer eu sonhei duas vezes com ela. Ainda tenho um pouco de medo disso". (Lola) 

Navegando para efetuar uma pesquisa sobre mediunidade, encontrei esta explicação bastante pertinente no site Yahoo Respostas. Decidi reproduzi-la aqui pois me pareceu bem ponderada a resposta, não por acaso escolhida como a melhor por votação dos próprios usuários do serviço. Confira. 


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O dicionário Aurélio define "mediunidade" como a condição de médium; e "médium" como o intermediário entre os vivos e as almas dos mortos. Potencialmente, todos somos médiuns.
 
Ou seja, a mediunidade é condição natural do ser humano, pois se trata de uma faculdade inerente ao espírito. Neste sentido, a mediunidade faz parte da natureza do homem e, portanto, não há nada de sobrenatural. 

Em verdade, a mediunidade é um tipo de transe que pode ser provocado de forma mediúnica por espíritos bons ou maus e pela indução hipnótica. Alguns a possuem em estado bastante aflorado; são pessoas muitos sensíveis, pois receberam uma preparação em seu corpo espiritual (perispírito) antes de reencarnar para exercerem sua mediunidade; outras, a possuem em estado latente e, portanto, precisam desenvolvê-la. 

Não obstante, a ciência médica e a psicológica ainda associam as manifestações mediúnicas a distúrbios psiquiátricos.. Desta forma, os médiuns que incorporam seres "invisíveis" e/ou ouvem suas vozes, são diagnosticados como esquizofrênicos. 

No entanto, nas últimas décadas, muitos pesquisadores têm demonstrado que vivências mediúnicas não estão necessariamente associadas a quadros patológicos. 

O Dr. Mauro Kwitko, psiquiatra de Porto Alegre e também colaborador do Site Somos Todos Um, é autor do livro "Doutor, Eu Ouço Vozes!" Neste livro, Kwitko busca fazer um diagnóstico diferencial entre distúrbios psiquiátricos e mediunidade. 

Um outro médico psiquiatra, o Dr. Alexandre Moreira de Almeida, defendeu a tese: "Fenomenologia de Médiuns Espíritas" no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP. Almeida traçou o perfil de saúde mental de 115 médiuns. No final do trabalho, o psiquiatra concluiu que todos apresentavam uma boa saúde mental, apesar de terem visões e ouvirem vozes alheias aos seus pensamentos. 

A banca à qual o psiquiatra defendeu sua tese foi composta por pesquisadores destacados e de renome internacional que fizeram elogios e críticas ao seu trabalho. Sua tese foi aprovada pela banca. 

Yapó D