União das Sociedades Espíritas
Intermunicipal de Piracicaba

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Divaldo - também médium de curas? (transfiguração, tratamento à distância e os aleijados que andaram)

Divaldo é médium e por isso é natural que ele apresente várias faculdades mediúnicas. Comentaremos, nesta edição, outras dessas faculdades, que é a mediunidade de cura, manifestada algumas vezes. Esclareça-se que, de modo algum, ele poderia dedicar-se a ela, porque sua missão é muito mais abrangente, porque ele não veio ao mundo remendar corpos, mas, sim, curar e iluminar almas. Dentre alguns fatos que estão registrados podemos citar: 

- em 1966, hospedou-se, na Mansão do Caminho, um casal amigo do Rio de Janeiro, passando alguns dias. Ocorreu que o sr. amigo foi acometido de violenta dor no peito, com todas as características de sério infarto. Seu estado foi se agravando e ele teve que pedir socorro. Divaldo pediu a ele que se deitasse, e que todos se retirassem do quarto, permanecendo somente três pessoas (a esposa dele e mais duas pessoas amigas). Pediu que permanecessem em oração e, em transe mediúnico, transfigurou-se, apresentando a aparência de outra pessoa e aplicando um demorado passe na região torácica do enfermo. Passado o longo período de concentração, cessaram as dores do enfermo e ele se apresentou muito alegre e disposto. Curioso que, na camisa clara do paciente, ficou uma mancha esverdeada de óleo, como um registro da intercessão espiritual. Todos os presentes permaneceram desfrutando das salutares vibrações do ambiente;

- no início da década de 1990, uma confreira amiga de Divaldo, do Rio de Janeiro, estava com a filha muito doente, internada com infecção, considerado um caso de muita gravidade, com leucocitose (um alto nível de leucócitos ou glóbulos brancos no sangue). Sua mãe ligou para Divaldo, em Salvador, e relatou o fato. Ele disse que iria orar, especialmente ao Espírito Bezerra de Menezes. A mãe soube que, dias depois, em desdobramento, Divaldo e o Espírito Bezerra de Menezes foram, em Espírito, ao quarto do hospital e aplicaram um tratamento em sua filha que, no dia imediato, apresentou um quadro clínico de normalidade, inexplicavelmente, para espanto dos médicos. Sua mãe ainda hoje se emociona quando relata esse acontecimento, e o merecimento do favor espiritual;

- caso interessante também ocorreu na Guatemala, em 1985, em que havia dois paralíticos na assistência. Após a palestra, foram trazidos, sentados, à presença do médium. Divaldo percebeu o Espírito Joanna de Ângelis que lhe disse: Mande-os levantarem-se. Num primeiro instante Divaldo recalcitrou, pensando quem era ele para falar aquilo. Mas era o Cristo quem estava nele e ele perguntou a um deles: Você crê em Deus? Ele respondeu: Sim, creio. Disse Divaldo: Então, levante e ande, em nome de Deus. Aos poucos, ele foi deslizando e, meio oscilando, foi se equilibrando e andou; assim se deu também com o outro. Divaldo esclareceu que não eram paralíticos orgânicos mas ambos padeciam de obsessão física que acarretava a limitação;

- caso semelhante se deu em Macaúbas, interior da Bahia, com a sra. Arminda. Quando tivemos conhecimento desse caso, fomos pessoalmente conhecê-la e pesquisar o fato. Ela nos disse que foi vítima de um acidente de caminhão e ficou paralítica, andando somente com ajuda de muletas, por mais de cinco anos. Quando Divaldo fez palestra na cidade, ela foi assistir, e sentiu algo muito forte durante a mesma, se emocionou muito e sentiu as pernas mais leves. Até andou um pouco, se escorando. Foi para casa, dormiu, e dia seguinte ouviu uma voz interior que lhe disse: Jogue as muletas. Ela começou a chorar e andar. Foi outro caso de paralisia por obsessão, que teve o merecimento de chegar ao fim, através de Divaldo. Assim, existem muitos outros casos, de outros tipos de recuperação de saúde, que estão registrados ao longo da jornada de Divaldo, que não se dedica a essa missão (que seria interminável), repetimos, porque sua tarefa não é curar corpos mas sim curar almas...

Washington Luiz Nogueira Fernandes