União das Sociedades Espíritas
Intermunicipal de Piracicaba

Pesquisa por Casas Espíritas Afiliadas

Casamento - Amor no sentido vulgar ou amor verdadeiro? ( A família está em perigo)

 
 
 
 
 
 
 
 
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Entre os casais, quando se está interessado na atração, no corpo, na aparência, na sensualidade, no prazer que proporciona e até no aspecto financeiro, isto está relacionado ao chamado amor no sentido vulgar e, assim , quando qualquer coisa contrária a essas expectativas acontece, um se afasta do outro e diminui ou acaba o interesse pela pessoa. Pode-se claramente notar que o ser humano ali não foi considerado. Também quando um alega incompatibilidade de gênios para abandonar o outro. Demonstrando que não há respeito pelos limites do outro e todos nós temos limites: - não gostou, isto é, está contra os seus interesses – acabou, fim. O que interessa é o meu bem-estar. (e o bem-estar do outro?) 


E isto é muito comum. Tanto é que hoje no Brasil a cada quatro casamentos, um se dissolve. De 1984 a 2007 o IBGE constatou um aumento de 200% nos Divórcios. E o pior, entre os três que ficam, um não é por amor, é baseado no medo de ficar sozinho, na falta de condições financeira para sobreviver, nas aparências exigidas pela sociedade, ou por causa dos filhos. Isto é, ficam também por interesses pessoais e pela sobrevivência e não por amor verdadeiro ao outro. O que há ali é o amor no sentido vulgar, aparência (Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XI, A lei do Amor) exteriorizando apenas o interesse, quando o verdadeiro amor é doação e valorização da pessoa humana. 


Nos casamentos em muitas igrejas Cristãs os noivos fazem esse juramento (que muitos esquecem meia hora depois; deveriam levar uma gravação deste compromisso e ouvir sempre o que prometeram e que a grande maioria não cumpre.) 

JURAMENTO OU COMPROMISSO NO CASAMENTO: - " Eu... te recebo como meu marido(mulher) e te prometo ser fiel, amar e respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias da nossa vida, até que a morte nos separe". 

Por outro lado, quando o companheiro ou a companheira vê no outro, além do aspecto aparência, da atração do corpo, das finanças, mas vê também a criatura humana que está ali presente. A atitude é completamente diferente. O outro é tratado com respeito, afeto, compreensão e responsabilidade para com a vida humana ali representada. E tudo, mas tudo mesmo, se faz para que o outro seja feliz.
 
Mesmo quando as atrações aparentes do corpo e das finanças diminuem, permanece cada vez mais o interesse pelo ser humano que ali está representado na pessoa do outro. O próximo ensinado por Jesus. 
E é esse o Amor verdadeiro! E uma união assim será próspera e com certeza estará sempre iluminada e protegida pela presença Divina. 
E, então, como estamos vivendo? O amor de aparência, vulgar ou verdadeiro? Essas nossas atitudes diferenciam e definem completamente nossa vida na verdadeira felicidade ou da infelicidade certa, quando se trata dos ensinamentos do cristo e a vida futura ao deixarmos está existência terrena, o que é uma certeza. “A União matrimonial representa um avanço para a Humanidade, além de ser, na grande maioria resultado de programação realizada na vida espiritual (Livro: aconteceu na Casa Espírita, Emmanuel Cristiano). Colheremos o que semeamos disse Jesus.
 
"Auxilias, enquanto podes. Ampara, quanto possas. Socorre, quanto possível. Alivia, quando puderes.Procure o bem, seja onde for. E, sobretudo, desculpe sempre, porque ninguém fugirá do exato julgamento na eterna Lei. Hoje alguém surge, diante de nós, suplicando apoio. Amanhã, diante de alguém surgiremos nós” (Emmanuel). Amar o próximo como a si mesmo; fazer para os outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós, é a mais completa expressão de Amor, e o dever máximo para com o próximo. Chico Xavier: - Se me permitissem os Arquitetos do 3º milênio rogaria que colocassem no portal dessa nova era as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. 


“As religiões podem se diferentes, 
mas o Amor deve ser o mesmo” - (Jairo Capasso) 

Nota: 

o Jornal de Piracicaba publicou (03/06/2010) que nossa cidade teve em 2008, 46% de divórcio, chegando a 2 separações por 4 casamentos.(A situação da família é crítica ). 

Comenta a psicóloga Nicole Baudon Berganin,”Há falta de comprometimento da população; falta compromisso em tudo.Essa liberdade de que se está bom para mim eu faço, e se não está, caio fora, tornou-se mais fácil do que buscar o diálogo e a razão para os problemas”.