União das Sociedades Espíritas
Intermunicipal de Piracicaba

Pesquisa por Casas Espíritas Afiliadas

O Excesso, a arma infalível do obsessor

 

 

O Evangelho segundo o Espiritismo nos diz que é preciso viver a normalidade. Evitar os excessos. Nos excessos o obsessor consegue nos envolver. Exemplo: - uma pessoa aceita uma cerveja num final de semana. O obsessor para poder dominá-la tenta fazê-la tomar por mais dias e depois todos os dias, virando vício e com isso abaixando as vibrações, pelas consequências de sua presença vibratória negativa junto à vítima.

O descontrole do vício abre campo para ele obsessor, atuar. Ao contrário, quando a vítima reage positivamente, tem controle de si, trabalha, ama, ora, pratica o bem, vive uma vida harmônica e ocupa sua mente com coisas nobres, eleva o seu campo vibratório e afasta o obsessor.

O obsessor não quer que a pessoa tenha uma vida disciplinada, quer que ela viva para os descontroles, os vícios, os pensamentos negativos, depressivos, os medos, a ansiedade, a falta de fé, de oração.

Outro Exemplo: - O sexo. É natural no ser humano. O que é anormal é o excesso. O obsessor se aproveita das tendências da vítima e a ajuda a procurar o sexo, sem controle, sempre! E é isto que abre o caminho para a sua intervenção. Abaixa a vibração, vira vício, perde o domínio de si. É Campo fértil para o obsessor agir. Há pessoas que por usos e costumes de vidas passadas, têm predisposição aos vícios que já praticaram em outras existências.

Por isso é perigoso experimentar a bebida, o cigarro para certas pessoas, pois podem viciar devido às tendências que já trazem desses vícios. A vigilância t em de ser redobrada. O certo é não começar. (fumar por esporte, beber socialmente, é um perigo para essas pessoas).

Por isso evitar divulgar coisas que podem viciar é dever da sociedade! E os vícios instalados não somente atraem obsessores, mas também descontrolam o organismo para desenvolvimento de doenças físicas, além dos desequilíbrios psíquicos, com consequências espirituais.

E essas inclinações e práticas que facilitam as quedas das vibrações são campos propícios para os obsessores, que as utilizam com a quase certeza que vão conseguir levar a vítima a cair, pois já têm antecedente.

Os vícios corrompem e levam as vítimas a fazerem tudo para mantê-los e isto inclui furto, roubo, agressões, maus pensamentos, más companhias, corrupções, ações que facilitam a queda de vibração, favorecendo o trabalho do obsessor que atua em vibrações inferiores também.

No Livro Despedindo-se da Terra (Médium André Luiz Ruiz, Espírito Lúcius), dois espíritos das sombras, conversando, um diz ao outro....”Nós colocamos as coisas na mente dos imbecis e eles obedecem achando que são donos da verdade e das próprias vontades.

São uns bonecões, sacolejando seus esqueletos por aí, bancando o importante, os bacanas, escondendo-se atrás de copos e maços de cigarros, drogas e prazeres, dos quais somos nós os que gozamos, sugando tudo aquilo que eles nos oferecem. Basta achar o cara certo e dizer-lhe o que deseja escutar que, a partir daí, fica fácil que nos sirva até o esgotamento.”

O descontrole, o excesso, nada mais é que a perda do domínio de si mesmo. Quem perde o domínio de si mesmo, está deixando espaço para o controle de terceiros, inclusive os obsessores. E obsessão nesse caso é ser influenciado e conduzido por outro, quer encarnado, quer desencarnado devido as nossas fraquezas. Você decide! A vida é sua!

É o livre arbítrio funcionando sempre! E as consequências também serão inevitáveis!! (Sugerimos a leitura das questões 909 a 911 do O Livro dos Espíritos, como orientação).

Autor: Jairo Capasso