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Existem dois mundos que são paralelos, o material composto de espíritos encarnados e o espiritual formado pelos espíritos desencarnados. A Doutrina Espírita estuda as relações existentes entre esses dois mundos. Para conhecer as coisas do mundo visível (material), Deus deu ao ser humano os cinco sentidos: visão; audição; paladar; olfato; tato. Para perceber o mundo invisível (espiritual), Ele nos deu um sexto sentido, que é a mediunidade, através da qual é possível perceber a presença dos Espíritos.

Aqueles que possuem mediunidade são chamados de médiuns. Toda pessoa que sente num grau qualquer a influência dos Espíritos é considerada médium, assim, podemos dizer que todas as pessoas têm um grau de mediunidade, isso porque as melhores intuições e ideias — não raro — são oriundas do mundo espiritual.

Os chamados “médiuns de trabalho” são aqueles que entram ostensivamente em comunicação com os Espíritos e transmitem as suas mensagens. A mediunidade não é uma brincadeira, nem um dom, não pode tornar-se uma profissão. Ela não existe sem a ajuda dos Espíritos, portanto, um médium não pode cobrar por uma cura realizada. Jesus ensinou que devemos dar de graça o que de graça recebemos. Aquele que é portador da mediunidade tem como tarefa utilizá-la para seu auto melhoramento, desenvolvendo valores nobres para o benefício das pessoas, consolando e amparando os aflitos. (Jornal Sementinha Iluminada, 4ª edição, pág. 4,Centro Espirita Sementes de luz)