União das Sociedades Espíritas
Intermunicipal de Piracicaba

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Conhece-te a ti mesmo!

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Conhece-te a ti mesmo! Esta frase é atribuída ao filósofo grego Sócrates, que viveu 470 anos antes de Cristo e já falava sobre reencarnação e sobre a imortalidade da alma.

O QUE É O AUTOCONHECIMENTO? É o conhecimento de si mesmo, é saber sobre o que gosta e o que não gosta, é saber como se sente diante de situações confortáveis e desconfortáveis (como elogios, demonstrações de carinho, discussões com pais, notas baixas na escola). Como você reage diante de provocações? E você encara bem novos desafios?

Em O Livro dos Espíritos, questão 919, Santo Agostinho nos sugere um método para se autoconhecer: antes de adormecer, pergunte a sua consciência como foi seu dia, o que você fez de bem ou de mal, se alguém teve algum motivo para reclamar de você, e peça a Deus e a seu anjo guardião para iluminá-lo e ajudá-lo a compreender suas atitudes.

O conhecimento de si mesmo é a chave do desenvolvimento espiritual. E para isto, aceitar-se é fundamental! Reconhecer quando cometeu um erro, valorizar os acertos, lembrar que você escolheu seu corpo físico nesta encarnação para auxiliá-lo em sua evolução. Você não deve ficar com medo da opinião dos outros sobre seu jeito de falar, ou sobre o seu corte de cabelo. Se for preciso “pague um mico”! Arrisque-se! Você é um ser único, uma criação divina, e que deve expressar-se sempre, visando seu amadurecimento espiritual, mas sempre se lembrando de respeitar o limite de seu próximo.

Mas autoaceitação não significa que você pode se esconder atrás de uma desculpa: “Ah, eu sou assim, e se não gostar, azar o seu.” Não significa acomodar-se. Significa você reconhecer seus pontos fracos e mudar para melhor, tentar não cometer os mesmos erros, ter uma atitude positiva perante as situações inesperadas que surgirem em seu caminho.

Allan Kardec explica isso muito bem na frase: “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações".

E lembre-se: todo mundo pode ter o que você tem, mas ninguém pode ser como você é.